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14/03/2012 - 23:45

Gianecchini emociona em sua volta ao teatro

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Reynaldo Gianecchini. Maria Manoella e Erik Marmo em "Cruel"

SÃO PAULO – Ontem o ator Reinaldo Gianecchini retomou a temporada de Cruel, texto de Strinbeg, adpatado e dirigido por Elias Andreato, no teatro Faap, após mais de nove meses de interrupção por conta do tratamento de um linfoma. Um retorno absolutamente emocionante. Já no inicio da cena, quando só estão no palco os personagens Adolfo ( Erik Marmo ) Gustavo ( Gianechhini) o público ovacionou, em pé, o ator como se desse boas vindas, revelando seu extremo carinho por Gianecchini.

O desempenho do ator seguiu além da comoção, o “galã cruel” desenvolveu com segurança e talento a personagem que destila seu veneno acarretando a dissolução do relacionamento entre Adolfo e Tekla ( Maria Manoella ) , sua ex esposa. Marmo, apesar de seu tímido desempenho, não compromete o papel.  Maria Manoella, por sua vez, é grande destaque da montagem que tem uma direção preciosa de Andreato. Leia mais »

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12/03/2012 - 19:21

Reynaldo Gianecchini volta em Cruel

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Reynaldo Gianecchini e Maria Manoella em "Cruel"

SÃO PAULO – Há pouco menos de um ano, o ator Reynaldo Gianecchini dividia a cena com a atriz Maria Manoella e o ator Erik Marmo na adaptação de Os Credores, de August Strindberg, que, sob direção e adaptação de Elias Andreato, inaugurou um horário alternativo no Teatro Faap com a peça rebatizada como Cruel. E nos bastidores de uma das sessões da peça que, sentindo fortes dores, Gianecchine procurou o médico e, após uma bateria de exames, recebeu o diagnóstico que o tirou do palco e das telas. Após cumprir a peregrinação do tratamento do linfoma, que acompanhamos pelo noticiário, ele volta de onde interrompeu sua trajetória artística: amanhã, 21h, re-inicia a temporada de Cruel.

Reynaldo Gianecchini. Maria Manoella e Erik Marmo em "Cruel"

Um triângulo nada convencional marca a trama da peça que traz os atores Erik Marmo como Adolfo, atual marido de Tekla, interpretada por Maria Manoella, os dois dividem a cena com Gianecchini, que dá vida à Gustavo, ex-marido de Tekla.

O dramaturgo sueco coloca em cena Tekla, uma escritora, casada com Adolfo, artista plástico, que decidem passar uma temporada numa ilha. Lá está Gustavo (Gianecchini), ex-marido de Tekla, que ocultando sua identidade para Adolfo, começa um jogo de crueldade para vingar-se destruindo o casal.

Para Gianecchini, sua busca como intérprete é o desafio. “Não sou acomodado, vivo em eterna busca, sempre quero dar um  novo passo”. Leia mais »

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04/07/2011 - 19:59

Em Cruel, Reynaldo Gianecchini vive novo vilão

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Eric Marmo e Reynaldo Gianecchini em "Cruel"

Inaugurando o horário das 21h de segundas e terças do Teatro FAAP, estreou, semana passada, o espetáculo Cruel, uma tradução e adaptação de Elias Andreato da peça Os Credores, de August Strindberg.

Nada como uma boa história bem contada. Desde a primeira cena o público é fisgado pela trama muito bem articulada do mestre da dramaturgia sueca e mundial. O casal, a traição e o sentimento de vingança: o clássico triângulo amoroso é a matéria prima do enredo de Strindberg.

Com um texto cortante e certeiro, o espectador logo toma conhecimento dos objetivos do vingativo Gustavo, interpretado por Reynaldo Gianecchini. Traído pela esposa Tekla (Maria Manoella), ele se faz passar por confidente do artista plástico Adolfo, vivido por Erik Marmo, atual marido da bela mulher. Aos poucos Gustavo ganha a confiança do inseguro pintor e o manipula, insuflando sentimentos de posse e ciúme, facilmente absorvidos pelo influenciável artista. Leia mais »

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23/06/2011 - 17:29

Gianecchini: o galã cruel

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Reynaldo Gianecchini e Maria Manoella em "Cruel"

O ator Reynaldo Gianecchini tem uma trajetória pautada pela “fuga do estereótipo”, conforme afirma, e sempre se dispõe a enfrentar desafios no teatro. Assim é em sua nova empreitada: o galã das telenovelas promete surpreender na pele de um personagem do sueco August Strindberg de Cruel, adaptação de Os Credores, do mesmo autor, assinada pelo ator Elias Andreato, quem dirige a peça, cuja estreia, para convidados, é hoje e a temporada

Erik Marmo e Maria Manoella em "Cruel"

Um triângulo nada convencional marca a trama da peça que traz, também, os atores Erik Marmo e Maria Manoella dividindo a cena com Gianecchini. Tekla (Manoella), uma escritora, casada com Adolfo (Marmo), artista plástico, vão passar uma temporada numa ilha. Lá está Gustavo (Gianecchini), ex-marido de Tekla, que ocultando sua identidade para Adolfo, com ela um jogo de crueldade para vingar-se destruindo o casal.

Em entrevista exclusiva a Michel Fernandes, o ator Reynaldo Gianecchini fala sobre seu percurso no teatro e na televisão, sobre seu trabalho em Cruel, sua decisão em dedicar-se apenas ao teatro em 2011, entre outros.

Michel Fernandes – O que o move a realizar projetos ousados, como montar um clássico de Strindberg, tendo carreira televisiva de destaque? Leia mais »

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23/11/2010 - 16:44

“O Pelicano”, clássico de Strindberg, em temporada popular

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

A  premiada atriz  Denise Weinberg assina a direção do texto do

"O Pelicano" (foto de Ronaldo Gutierrez)

dramaturgo sueco, que põe a nu as relações de uma tradicional família burguesa

Em sua terceira temporada, a Cia. Mamba de Artes traz, a preços populares, no Viga Espaço Cênico, até 19 de dezembro, o clássico “O Pelicano”, do dramaturgo sueco August Strindberg.

Sob a direção da premiada atriz Denise Weinberg, cofundadora do Grupo Tapa, a peça revela a característica mais marcante do autor: de desvendar e pôr a nu as relações do núcleo central da família. Suas peças discutem o drama intimista entre o casal e demais familiares.

Em “O Pelicano”, essa marca autoral é evidente: com a morte do pai, a família entra em decadência financeira e a matriarca, vivida por Sheila Gonçalves, resolve fazer com que todos voltem a morar juntos.

No entanto, os podres da família começam a vir à tona: Leia mais »

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16/10/2010 - 18:58

Strindberg era contra as mulheres?

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"O Pelicano", de Strindberg

Em vida foi chamado de misógino. Isso na maravilhosa segunda metade do século 19. Maravilhosa porque sucedia o Romantismo (da primeira metade do mesmo século) que se deu conta da situação de inferioridade com que as mulheres eram tratadas pela sociedade, dando origem ao movimento feminista, já na época do Naturalismo. Em matéria de Naturalismo, os principais autores de teatro foram os nórdicos: Henrik Ibsen (Norueguês) e August Strindberg (sueco). Não houve mulheres como na literatura. E é da peça do autor sueco que falarei.

Strindberg além de top do Naturalismo influenciou o expressionismo e o surrealismo. Mas teve uma mãe como a que aparece na peça “O Pelicano”, em cartaz no teatro Viga, apenas aos sábados (21h) e domingos (19h), insuperável. Não deixe de assistir, pois tem excelente direção de Denise Weinberg. Leia mais »

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