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20/03/2012 - 12:47

Com ótima direção de Ewerton de Castro, vale ver

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Eu sei que vou te amar"

SÃO PAULO – Eu sei que vou te amar, de Arnaldo Jabor já foi filme, já foi livro, peça de sucesso com Alexandre Borges e Júlia Lemmertz, e, agora, ganha nova adaptação – um tanto quanto estranha – para o teatro assinada por Francisca Braga, em cartaz quartas e quintas no Teatro Augusta.

Realmente a peça dá certo graças à direção de Ewerton que também assina a cenografia e trilha. Apesar de bom elenco formado pela bela Lígia Paula Machado e o eficiente Daniel Morozetti, pelo menos as mulheres assistem muito distanciadas a um texto que parece ignorar as características femininas. Leia mais »

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11/01/2012 - 19:46

Eu Te Amo: filme de Arnaldo Jabor ganha montagem teatral

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Maurício Mellone* (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Eu te Amo"

Os cineastas e diretores Rosane Svartman e Lírio Ferreira fazem sua estreia no teatro com texto que teve a primeira versão no cinema. Alexandre Borges e Juliana Martins vivem os personagens que buscam se reencontrar no amor

SÃO PAULO – Se pudesse definir numa única frase a nova montagem da peça de Arnaldo Jabor, Eu Te Amo, em cartaz no Teatro Folha, seria esta: do cinema para o palco e, no palco, a interação com a sétima arte. E não poderíamos esperar outra coisa, já que os diretores da peça, Rosane Svartman e Lírio Ferreira, são cineastas e estão debutando no teatro; por sua vez, o autor fez a primeira versão desta trama para o cinema, em 1981 com Sônia Braga e Paulo César Pereio nos papéis centrais. A trama pulou para o palco sete anos depois, com Bruna Lombardi e Paulo José.

Desta vez, Maria e Paulo, personagens frustrados emocionalmente, são vividos por Juliana Martins e Alexandre Borges. Para deixar a trama contemporânea, os diretores fizeram com que os dois se encontrassem numa sala de bate-papo da internet: Paulo é um cineasta em crise depois que sua mulher, a protagonista de seu filme, fugiu com o diretor de fotografia e Maria cansou da relação que mantém com um homem casado e resolve transar “com o primeiro homem que aparecer”.

Eles mentem e no primeiro encontro ela se passa por garota de programa e ele por um cineasta famoso e premiado. As máscaras caem logo depois da primeira transa entre eles. Leia mais »

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14/02/2011 - 19:26

Duas peças exóticas

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Maria Lúcia Candeias, colunista e crítica teatral do Aplauso Brasil

Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Em cartaz no Miniteatro da praça Roosevelt Decifra-te ou me Devora mistura vídeo e poesia. Claro que de

"Decrifra-te ou me Devora" - foto de João Caldas

teatro mantém a presença dos atores que declamam, ou melhor, dizem versos calmamente. O tema é lindíssimo: a paixão cega e incontrolável, dessas que não possibilita conhecer o outro porque a emoção é forte demais.

O roteiro é dos dois ótimos atores (Helô Cintra e João Paulo Lorenzon) e do diretor como sempre competente Elias Andreato.

O cenário é também de Elias, os belos figurinos de Laura Andreato, e a iluminação eficiente de Marcelo Lazzaratto.

É um mínimo teatro e uma peça curta, mas vale ver.

AíPod, em cartaz no Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca), Leia mais »

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08/02/2011 - 16:12

Decifre e devore as relações amorosas no Miniteatro

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Maurício Mellone, colunista colaborador do Aplauso Brasil

Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Diretor assina ainda o cenário e divide o roteiro com os atores Helô Cintra e João Paulo Lorenzon

O amor entre duas pessoas, com seus encontros e

"Decrifra-te ou me Devora" - foto de João Caldas

desencontros que são superdimensionados nesses tempos de uso de recursos virtuais, como a internet e os celulares. Com esse mote Elias Andreato, Helô Cintra e João Paulo Lorenzon criaram o espetáculo Decifra-te ou me Devora, utilizando poemas e textos de autores como Jean Tardieu, Cacaso, Paul Celan e Herberto Helder, entre outros. A peça estreou nesse final de semana no Miniteatro.

Num espaço intimista, tendo como cenário uma cama de casal que serve também como tela para que sejam projetadas imagens, o público entra, atravessa o palco e fica como voyeur daquela relação amorosa. Inicialmente o casal só se comunica de forma virtual, por meio de poemas, com o objetivo de se conhecerem. Depois partem para os celulares e a voz passa a ser o novo dado para se conhecerem melhor. O último passo para saber quem é a pessoa amada é o encontro real. Leia mais »

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