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04/10/2012 - 02:40

Antunes Filho dirige Toda Nudez Será Castigada

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

Antunes Filho apresenta "Toda Nudez Será Castigada"

SÃO PAULO – O diretor Antunes Filho, um dos nomes mais importantes do teatro brasileiro, estreia Toda Nudez Será Castigada, em comemoração aos 30 anos do Centro de Pesquisa Teatral do SESC Consolação (CPT) e ao centenário do nascimento de Nelson Rodrigues. No elenco, estão os atores do CPT, criado pelo SESC para abrigar as pesquisas e encenações do Grupo de Teatro Macunaíma, comandado por Antunes Filho. A estreia é sexta-feira (5), às 21h.

Antunes Filho apresenta "Toda Nudez Será Castigada"

O texto, que já ganhou várias versões teatrais e já foi montado por Antunes Filho nos anos 1980, obteve fama nacional com a estreia do filme homônimo, dirigido por Arnaldo Jabor, em 1973, e estrelado por Darlene Glória.

Antunes Filho já encenou diversas peças do dramaturgo, que viraram montagens antológicas do teatro brasileiro, como Nelson Rodrigues, O Eterno Retorno (1981), Nelson 2 Rodrigues (1984), projeto do qual fazia parte a apresentação de Toda Nudez Será Castigada; Paraíso, Zona Norte (1989) e A Falecida VaptVupt (2009). Leia mais »

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23/05/2012 - 18:23

Monólogo retrata o universo de Jorge Luis Borges

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Eu vi o Sol brilhar em toda a sua glória"Em Eu vi o Sol brilhar em toda a sua glória, João Paulo Lorenzon criou e protagoniza o espetáculo baseado na obra e vida do escritor argentino

SÃO PAULO – João Paulo Lorenzon acaba de estrear no SESC Consolação, Espaço Beta, o monólogo Eu vi o Sol brilhar em toda a sua glória, seu segundo trabalho que tem como cerne o universo do escritor argentino Jorge Luis Borges. Em 2008 o ator encenou Memória do Mundo, que focava a solidão como fonte de prazer e criatividade. Desta vez, Lorenzon se dedicou durante dois anos à pesquisa sobre a vida e a obra de Borges e no monólogo, baseado em imagens de contos, poemas e dados biográficos do escritor argentino, ele propõe uma reflexão sobre a memória e o esquecimento, a luz e a cegueira, o sonho e a realidade, sobre as perdas e, principalmente, sobre a vida e a morte, temas bem comuns ao universo borgeano.

Ao entrar na sala de espetáculos, o espectador é conduzido a experimentar sensações; na penumbra, as pessoas precisam caminhar entre blocos de concreto até chegar às cadeiras. A pouca iluminação, em seguida, é apagada para que o ator inicie sua fala. O breu coloca o espectador na mesma condição da cegueira, que Borges vivenciou durante anos, até sua morte. Fiz questão de fechar os olhos para intensificar a experiência proposta pela montagem: a poesia e o clima de introspecção do autor calam fundo graças à voz potente e expressiva de Lorenzon. Leia mais »

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