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14/01/2012 - 17:05

Quem tem bossa vai ao SESC Vila Mariana

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

A cantora WandaSá

SÃO PAULO – Wanda Sá e Os Cariocas estreiam show em homenagem a Tom Jobim no SESC Vila Mariana, que ficará em cartaz dias 19 e 20 de janeiro (quinta e sexta as 21hs) e depois se apresentará em outros espaços . É certo que Jobim (1927/1994) completaria 85 anos dia 25. Ou seja, viveu pouco e fez tanta coisa, principalmente tanto sucesso no mundo inteiro.

Os escolhidos para apresentar suas composições nesta homenagem são perfeitos. Os Cariocas, além de ser um conjunto maravilhoso, em 1962 lançou em primeiríssima mão, no famoso show da bossa nova no bar Au Bon Gourmet, nada menos do que Garota de Ipanema (Tom e Vinícius de Morais), o maior sucesso mundial do Brasil no exterior.

Wanda Sá, em 1963, aos 19 anos lançou seu primeiro vinil, intitulado Wanda Vagamente, incluindo uma música inédita do maestro soberano de todos nós (não só do Chico Buarque), cujo nome é Inútil Paisagem.

Os Cariocas

É o primeiro show que reúne Wanda e Cariocas em muitos anos. De modo que, além da certeza da qualidade musical que apresentará, vai unir pessoas que dividem o samba de modo moderno, sem manter a batida de João Gilberto e cada qual à sua maneira. A curiosidade é saber como balançarão juntos.

São características que tornam Os Cariocas e Wanda Sá Homenageiam Jobim uma experiência imperdível. É tratar de garantir seu ingresso, como sempre à venda em todos os SESCs, até se esgotarem.  Não percam.

OS CARIOCAS E WANDA SÁ Leia mais »

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28/06/2011 - 23:28

O Idiota chega ao Rio de Janeiro

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

Um espetáculo do porte de O Idiota, a partir da obra homônima de Fiódor Dostoiévski, sob direção de Cibele Forjaz, cuja estreia no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro, será nesta quarta-feira (29), às 17h30, merece uma reflexão crítica a sua altura. Mesmo sem conseguir abranger todos os pontos da obra cênica, opto pela divisão em duas partes da critica.

Um monumento a Dostoiévski – Parte 1

Um monumento a Dostoiévski – Parte 2

Ficha Técnica resumida

Direção: Cibele Forjaz
Texto: Fiódor Dostoiévski
Cenário: Laura Vince

Trilha Sonora: Otávio Ortega
Elenco: Aury Porto, Fredy Allan, Luah Guimarãez, Lúcia Romano, Luís Mármora, Sergio Siviero, Silvio Restiffe, Sylvia Prado, Vanderlei Bernardino
Indicação:
Maiores de 14 anos

O Idiota

Espaço Tom Jobim. Rua Jardim Botânico, 1.088. Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Tel. (21) 2274-=7012. 70 lugares. Segundas e terças-feiras, espetáculo completo com dois intervalos (duração de 6h30), às 17h30. Sábados (Parte 1), 17h30, e domingos (Parte 2 e 3), 17h30.R$20 a R$60. http://oidiotateatro.blogspot.com/

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28/06/2011 - 22:31

Um monumento a Dostoiévski – Parte 2

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Crítica de Michel Fernandes ao espetáculo O Idiota – Parte 2

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

O segundo dia dessa imersão ao universo de O Idiota e, por consequência, ao de Dostoiévski, concentra o segundo e terceiro capítulos desta “novela teatral” e inicia com um inquieto desfile dos atores em busca de seus personagens. Depois de acomodado o público, os atores dirigem-se para seus desnudos nichos-camarins e, como na primeira noite, soltam fragmentos de frases, trechos de canções, realizam pequenas ações físicas. Só que desta vez o público já criou laços de simpatia, admiração, estranhamento e outras sensações em relação àquelas personagens e consegue enxergar, nesses fragmentos de vida, minúcias que no primeiro dia de O Idiota passaram despercebidas.

Cabe à Sylvia Prado a tarefa de resumir os acontecimentos da noite anterior, o que faz com clareza e talento, situando até o espectador que deixou passar alguma informação que seja relevante para a compreensão total do espetáculo. O recurso narrativo adotado por Cibele Forjaz foge ao lugar-comum da ação de resumir, importando, também, um desenho cênico que se assemelha ao processo de rebobinar um filme para voltar a assisti-lo. Leia mais »

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24/01/2011 - 17:24

Intensidade e lirismo presentes no “Mundo Novo Antigo” de Filipe Catto

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Edson Junior, especial para o Aplauso Brasil (edson@aplausobrasil.com)

Filipe Catto por Giovanni Paim

A sonoridade autoral e a sofisticação poética de Felipi Catto couberam confortavelmente no Tom Jazz, em noite emocionada e calorosa. O palco da charmosa casa de espetáculos de Higienópolis estabeleceu uma atmosfera intimista necessária para que o intérprete, visceral e intenso, espalhasse criatividade, talento e técnica vocal. A única apresentação do seu Mundo Novo Antigo, atual espetáculo do jovem porto-alegrense, é um olhar caleidoscópico  sobre o amor e todas as suas possibilidades.

Filipe caminha sobre as canções como um trapezista, sem rede de proteção. Redoma, a canção que abre o espetáculo, é capaz de sintetizar e dar direção ao show que opta pelo caminho do amor rasgado, passional, trágico e da graça que há em tudo isso, pois os sambas compostos pelo rapaz conseguem ser alegres com toques ácidos de ironia e sinceridade.

É possível perceber a influência de grandes cantores na formação deste artista: a grande dama da canção americana, Billie Holiday, reverenciada e homenageada com Gardênia Branca no Cabelo Dela.

Inspirado na leitura de sua biografia Leia mais »

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20/01/2011 - 01:25

Filipe Catto em única apresentação no Tom Jazz

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Edson Júnior, especial para o Aplauso Brasil (edson@aplausobrasil.com)

O cantor e compositor gaúcho Filipe Catto

A charmosa casa de shows de Higienópolis, o Tom Jazz, recebe hoje em única apresentação o cantor e compositor porto-alegrense Filipe Catto.

O jovem contratenor entregue ao cancioneiro popular, visita  diversos gêneros, mostrando que a pouca idade não quer dizer nada quando o assunto é saber escolher bom repertório e ter sensibilidade para interpretar a canção do jeito exato. Leia mais »

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28/01/2010 - 00:40

Travesties estreia no Festival de Curitiba

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

Montagem norte-americana de <i>Travesties</i>

Montagem norte-americana de Travesties

Por problemas de produção, ano passado, o Festival de Curitiba não foi palco da estreia nacional de Rock and Roll (2006), do inglês Tom Stoppard, conforme anunciamos. Mas os que admiram o trabalho do autor de Rosencrantz e Guildersten Estão Mortos terá sua recompensa na edição 2010 do Festival, com um texto de 1970 de Stoppard, conhecido pela massa depois do filme Shakespeare Apaixonado, com a estreia nacional de Travesties.

Encenado por Caetano Vilela, Travesties é o primeiro trabalho sem a direção de seu fundador, Gerald Thomas, que disse ter desistido do teatro: a Cia. Ópera Seca, criada em 1985. O enredo se passa na época da Revolução Russa, em Zurique, na Suíça, e mescla à ficção encontros nunca acontecidos entre personagens que são parte do pensamento intelecto-artístico e social do século 20, além do diálogo meta teatral com a peça do irlandês Oscar Wilde, A Importância de Ser Prudente e os respectivos personagens dessa farsa.

A peça estreará no palco do Teatro Guairá, mas o diretor Caetano Vilela (que acaba de sofrer um assalto à mão armada, dentro de um estacionamento, e perder seu carro) ainda busca patrocínio para temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro.

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