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26/09/2012 - 20:02

Últimos dias em São Paulo de TôTatiando com Zélia Duncan

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Zélia Duncan, Luiz Tatit e Regina Braga

Neste final de semana a cantora encerra a temporada paulistana do espetáculo em homenagem a Luiz Tatit. Com direção de Regina Braga, Zélia mistura teatro e música só com a obra do compositor paulista

SÃO PAULO – Quando algo me toma, me emociona, quero logo compartilhar com os amigos a emoção vivida. Foi assim com o espetáculo TôTatiando, em que Zélia Duncan homenageia o cantor e compositor paulista Luiz Tatit. Liguei para algumas pessoas logo que saí do Teatro Tuca avisando que a temporada é curta. E agora insisto: neste final de semana (28, 29 e 30 de setembro) são as últimas apresentações deste trabalho ímpar, em que a cantora mescla teatro e música. Como a marca de Tatit é o ‘canto-falado’, Zélia interpreta as canções de maneira peculiar — mesmo contando com os músicos Webster Santos e Tercio Guimarães ao seu lado, em certos momentos ela não usa a melodia e dá vida aos personagens, interpretando-os no palco.

Zélia confessa ter sido influenciada pela chamada vanguarda paulistana dos anos 80, em que Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção e os grupos Rumo, Premeditando o Breque e Língua de Trapo agitavam o cenário em apresentações concorridas no Teatro Lira Paulistano, em Pinheiros. Deste fascínio, ela se aproximou de Itamar de quem gravou várias canções. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores, DESTAQUE, MICHEL FERNANDES RECOMENDA Tags: , , , , , , ,
12/09/2012 - 14:42

Regina Braga e Zélia Duncan no TUCA

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

"TôTatiando"

SÃO PAULO – TôTatiando é um espetáculo musical baseado na obra de Luiz Tatit. O objetivo é homenagear o músico e compositor, cujas composições estão sempre presentes nos álbuns lançados por Zélia Duncan. O retorno a capital paulista, depois de estreia no SESC Belenzinho, será neste sábado (15), no TUCA. Em outubro Duncan segue em turnê por diversas capitais, como Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte.

Com direção musical é de Bia Paes Leme, a proposta do projeto é representar as suas músicas, com a criação de personagens. Cada canção contará uma história.

“Não é show. É a proposta de representar algumas de suas músicas, onde eu e minha preciosa diretora, Regina Braga, enxergamos possíveis personagens”, explica Zélia.

A cantora gosta de realizar projetos inusitados. Tem uma trajetória pautada por desafios e o teatro está presente em sua trajetória (chegou a fazer curso de teatro na CAL, Casa das Artes das Laranjeiras, no Rio de janeiro).  Nesse trabalho ela apresentará o aspecto teatral que as obras de Tatit sugerem. Leia mais »

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04/08/2011 - 14:29

Sem Pensar revela atriz

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Cena de "Sem Pensar"

É claro que não se trata de Denise Fraga – há bastante tempo admirada pelo público – e sim de uma jovem atriz, Júlia Novaes, que interpreta Delilah, a filha dela na peça.  Formada pelo Teatro- Escola Célia Helena, a mocinha domina o palco tanto em cenas divertidas como nas mais tocantes. E seu talento sobressai sobre tudo o mais em Sem Pensar.

A peça, que está em cartaz desde maio com casa lotada, acaba de prorrogar a temporada até outubro. Escrita por uma inglesa, Anya Reiss, tem como novidade mostrar o absurdo na vida comum das pessoas que não se respeitam e vivem com pressa. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
11/05/2011 - 15:25

“Pessoa difícil é pleonasmo”

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Suely Franco e Tuca Andrada em "Seis Aulas de Dança em Seis Semanas"

Essa é apenas uma das brilhantes observações que Richard Alfieri, autor da peça Seis Aulas de Dança em Seis Semanas, apresenta nesse espetáculo imperdível, que consegue atingir o coração da plateia, em cartaz no Teatro Renaissance às sextas, sábados e domingos.

Como se não bastasse o texto maravilhoso e moderno, quem está no palco são dois super atores: Suely Franco (repetindo o talento que a caracterizou, inclusive em Recordar é Viver, sucesso teatral do último semestre) como Lily e Tuca Andrada (com o carisma de sempre como pode ser visto em O Rei e Eu, do Jorge Takla) como Michel, os dois  arrasando. Leia mais »

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09/05/2011 - 20:20

Denise Fraga volta à cena em peça de inglesa de 17 anos

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Logotipo de "Sem Pensar"

Quando esteve em Londres para um festival de cinema,  Luiz Vilaça, cineasta que estreia na direção teatral com Sem Pensar (na próxima sexta-feira (13), no TUCA) se interessou por uma peça que estava em cartaz no Royal Court Theater escrito por uma jovem inglesa. Depois de ver e se apaixonar pela peça soube que a autora era mais jovem do que ele imaginava: “quando ela escreveu o texto tinha apenas 17 anos”. Como o assunto o interessava também, resolveu comprar a peça que traz Denise Fraga, com quem é casado, encabeçando o elenco.

Sem Pensar (Spur of the Moment) é uma comédia dramática que expõe os conflitos de uma família cercada pela difícil comunicação interpessoal, meio a uma sociedade que encontra mais facilidade na comunicação midiática. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , ,
27/04/2011 - 17:53

Suely Franco e Tuca Andrada em aulas de dança e amor

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil

Com direção de Ernesto Piccolo, Seis Aulas de Dança em Seis Semanas (Six Dance Lessons in Six Weeks), de Richard Alfieri, estreia nessa sexta e fica em cartaz até final de julho no Teatro Renaissance

Palco vira salão de dança com coreografias de Carlinhos de Jesus

Depois de já ter sido encenada em mais de 20 países, estreia nessa sexta, dia 29, no Teatro Renaissance, a comédia do norte-americano Richard Alfieri Seis Aulas de Dança em Seis Semanas, com Suely Franco e Tuca Andrada, sob a direção de Ernesto Piccolo. Tive a chance de assistir ao ensaio aberto realizado dia 22 e essa comédia tem todos os ingredientes para cair no gosto popular, assim como vem ocorrendo pelo mundo. Ao entrar na sala de espetáculo, a platéia vê que está diante de um belo e espaçoso apartamento: logo Lili, uma senhora de 72 anos entra e começa a arrastar os móveis para deixar a sala como um verdadeiro salão de baile.

Ao toque da campainha, entra Michael de 45 anos, o professor de dança, e o público tem a impressão que as aulas terão início. Doce ilusão: os personagens, talvez por receio do primeiro contato e pela insegurança dos tempos atuais, iniciam um jogo de aparências e o atrito entre eles é imediato.

Ambos mentem sobre suas idades, estado civil e há um estranhamento, só quebrado quando começam a dançar. Aí a relação entre os dois se estabelece: Lili revela ser uma exímia dançarina e vê no professor a chance de uma companhia, de conhecer uma nova pessoa. Leia mais »

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15/10/2010 - 01:23

Grupo 3 encena Murilo Rubião

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

"O amor e outros estranhos rumores" -da esquerda para direita Débora Falabella, Rodolfo Vaz, Maurício de Barros - crédito Rodrigo Hypolitho 323

SÃO PAULO – O Grupo 3 de Teatro monta “O Amor e Outros Estranhos Rumores”, baseado na obra do principal escritor brasileiro dedicado exclusivamente ao gênero fantástico, Murilo Rubião. A estreia para o público será neste sábado (16), 21h30, no Tuca. Protagonizado pela atriz Débora Falabella e dirigido por Yara Novaes, quem dirigiu a atriz em peças como “Noites Brancas” e “A Serpente”, a peça conta com a participação especial do ator Rodolfo Vaz (Grupo Galpão).

Adaptado pela dramaturga Silvia Gomez, que despontou no Núcleo de  Dramaturgia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral), coordenado por Antunes Filho, e lá sendo encenada a peça “O Sol Cinco Minutos Antes do Meio-dia”, O Amor e Outros Estranhos Rumores” entrelaça três contos de Rubião.

No primeiro, o amor ganha ares de lista contábil, como planilha de Excel. O protagonista chega a declarar “Jandira me custou tantas cartelas de aspirina e tantas passagens de bonde, me saiu por tantos contos de reis”. Um homem que está sempre contabilizando seus ganhos e perdas no amor, um homem que nunca se realiza, um homem que nunca se satisfaz.

"O amor e outros estranhos rumores" Débora Falabella - crédito Rodrigo Hypolitho 059 b

Na segunda trama, um homem meio Barba Azul, colecionador de esposas que vai matando, busca uma felicidade/ um amor inatingível, porque preso no plano da memória.

O terceiro conto adaptado, narra o amor de um marido por sua esposa alienada, imersa num universo próprio e narcísico. Seu apetite material é insaciável e ela não o vê senão como fonte de satisfação de seus desejos Leia mais »

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05/04/2010 - 19:01

O Rei e Eu, de Takla, transborda maturidade cênica

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Os filhos do rei do Sião são ensinados pela inglesa Anna

O velho estigma que sempre perseguiu o teatro musical como mero, senão vulgar, entretenimento, fulminado sem dó como antítese de arte, cai por terra diante da monumentalidade de uma montagem como esta em cartaz no Teatro Alfa, O Rei e Eu, que tem desafiado a crítica na reciclagem de superlativos usualmente recorridos diante da excepcionalidade.

De perene carreira mundial desde o distante ano de 1951, quando lançado na Broadway,  com Yul Brynner e Gertrude Lawrence, este musical dramático (mas, bem humorado) foca um rei – Mongkut – bom, inteligente e fascinado por ciência e tecnologia, em dificuldades por acusação de práticas escravagistas (seculares) no relacionamento com o seu povo. Mas, lá no seu distante Sião (hoje, Tailândia), no anseio de ensinar aos seus inúmeros filhos as práticas educacionais e etiquetas de convívio em sociedade, o Rei contrata professora inglesa para esse serviço. Isso, no fim do século 19, a partir de uma fantasiosa (porém, deliciosamente crítica) autobiografia de Anna Leoowens (a professora), que até hoje não é bem encarada pelas autoridades tailandesas.

E aqui, um nome precisa ser devidamente valorizado:

o do produtor e diretor Jorge Takla, um raro caso de homem culto, inteligente, de bom gosto…e rico! Leia mais »

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26/02/2010 - 15:51

O Rei e Eu em superprodução dirigida por Jorge Takla

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Superprodução musical O REI E EU estreia no Teatro Alfa

Superprodução musical O REI E EU estreia no Teatro Alfa

Após temporadas bem-sucedidas de público e crítica com musicais como My Fair Lady e West Side Story, a Takla Produções apresenta pela primeira vez no Brasil o musical O Rei e Eu, de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II (A Noviça Rebelde). Dirigido por Jorge Takla e com direção musical do maestro Jamil Maluf, O Rei e Eu estreia em São Paulo no próximo sábado (27), no Teatro Alfa e cumpre temporada até 08 de agosto, com sessões de quinta a domingo.

A montagem nacional chega com a versão assinada por Cláudio Botelho, o que já demonstra um traço qualitativo do espetáculo. Cabe ao ator Tuca Andrada o papel do Rei e a atriz Cláudia Netto o da professora de inglês, Anna. Ainda no elenco, estão a cantora lírica Luciana Bueno, interpretando Lady Thiang, mãe do príncipe herdeiro, Luciano Andrey, Bianca Tadini, Daniela Vega, Mauro Sousa, Ubiracy Brasil, Adalberto Halvez, Gustavo Lassen, Fábio Barreto, Newton Saiki, Daniel Paulin, Renan Cuisse e Júlio Oliveira, além de outros 50 atores, sendo 15 crianças, acompanhados por uma orquestra de 22 músicos, conduzidos por Jamil Maluf.

No palco, o Sião do século 19 inspira os dez cenários idealizados por Duda Arruk. O espetáculo conta ainda com 550 figurinos orientais e ocidentais de Fábio Namatame e o visagismo assinado pelo célebre maquiador Duda Molinos. Já Tânia Nardini, que assina a coreografia, viajou a Bangkok para pesquisa de danças, modos e costumes da Tailândia.  As coreografias de O Rei e Eu são,em sua maioria, inspiradas no original de Jerome Robbins. Leia mais »

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16/09/2009 - 15:47

Denise Fraga em temporada popular com um dos melhores espetáculos de 2008

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Denise Fraga como Chen Tê em <i>A Alma Boa de Setsuan</i>

Denise Fraga como Chen Tê em A Alma Boa de Setsuan

A ALMA BOA DE SETSUAN

 

Está de volta, em temporada popular, um dos melhores espetáculos do ano passado. Um Bertold Brecht divertido e responsável. O diretor Marco Antonio Rodrigues conduz com criatividade e humor o espetáculo, sem esquecer-se do dever de propor a reflexão dos espectadores, assim como era o desejo brechtiano. Encabeçado pela iluminada interpretação da atriz Denise Fraga, a Chen Tê e o primo imaginário Chui Tá, toda a qualidade o elenco responde porque a peça é sucesso de crítica e público.

A ALMA BOA DE SETSUAN de Bertolt Brecht. Dir. Marco Antônio Braz. (110min). Tuca. Sex e sab, 21h30; dom, 19h. R$20 (sex) e R$30 (sab e dom). 12 anos.

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