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22/03/2012 - 19:41

Até hoje no SESC Vila Mariana

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Cia. Palácio das Artes comemora 40 anos com "Tudo Que se Torna um"

O espetáculo comemora os 40 anos da Cia de Dança do Estado de Minas Gerais. Com direção artística de Sônia Mota, traz 23 bailarinos em cena, luz de Pedro Pederneiras, figurino de Fábio Namatame, cenário de Felippe Crescenti e trilha sonora de Daniel Maia. A montagem ganhou o Prêmio SESC/SATED 2011 de Melhor Trilha Original e figurino

SÃO PAULO – Passagem do tempo, celebração, luto, memória e transição. Esses são alguns temas abordados no espetáculo de dança contemporânea Tudo que se Torna Um, na nova montagem da Cia. de Dança Palácio das Artes, de Belo Horizonte, que se apresenta até hoje, às 21 horas, no Teatro do SESC Vila Mariana.

Realizado pela Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado, com a parceria do SESC São Paulo, o espetáculo tem a direção deSônia Mota, diretora artística da Cia. desde 2010, e integra a programação de comemoração dos 40 anos do grupo. O espetáculo venceu o Prêmio SESC/SATED 2011 de Belo Horizonte de melhor trilha sonora original, composta por Daniel Maia e melhor figurino de Fábio Namatame. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Dança, Música e Cinema, Multimídia Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
29/02/2012 - 15:21

Assista vídeo com cenas de Tim Maia, Vale Tudo – O Musical

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Tiago Abravanel vive Tim Maia

SÃO PAULO – Depois de estrondoso sucesso na temporada carioca de 2011, Tim Maia, Vale Tudo – O Musical, de Nelson Motta, dirigido por João Fonseca, estreia no dia 09 de março de 2012, no Teatro Procópio Ferreira. Quem dá vida ao ídolo da MPB, o carioca de voz exuberante Tim Maia, é o paulistano de apenas 24 anos Tiago Abravanel.

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Ficha Técnica:

Texto: Nelson Motta

Direção: João Fonseca

Direção musical: Alexandre Elias

Elenco: Tiago Abravanel, Izabella Bicalho, Lilian Valeska, Pedro Lima, Andreh Viéri, Bernardo La Rocque, Reiner Tenente, Evelyn Castro, Pablo Ascoli, Aline Wirley e Leticia Pedroza.

Coreografias: Sueli Guerra

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Cenário: Nello Marrese

Figurinos: Rui Cortez

Fotos: Caio Gallucci

TIM MAIA – VALE TUDO, O MUSICAL

Teatro Procópio Ferreira (671 lugares)

Rua Augusta, 2.823 – Cerqueira César

Informações: 3083-4475

Vendas: www.ingressorapido.com.br e tel.: 4003-1212.

Reservas e grupos: (11) 3064-7500

Bilheteria: de terça à domingo, das 14h até o início do espetáculo. Acesso a deficientes físicos, ar condicionado e entrega de ingressos a domicílio.

Estacionamento conveniado na Rua Augusta, 2.673 – R$ 10,00 (período de 4 horas. Retirada de selo do estacionamento na bilheteria).

Quinta e Sábado às 21h.

Sexta às 21h30.

Domingo às 18h

Quintas e sextas
Setor Premium: R$ 120,00
Setor I: R$ 100,00
Setor II: R$ 50,00

Sábados e Domingos
Setor Premium: R$ 150,00
Setor I: R$ 130,00

Setor II: R$ 70,00

Ingressos já estão à venda

Duração: 160 minutos

Classificação 14 anos

Estreia para convidados: dia 12 de março, segunda-feira, às 21h.

Estreia dia 09 de março.

Temporada: até 24 de junho

Autor: - Categoria(s): Multimídia Tags: , , , , , , , , , , , , ,
10/11/2011 - 18:41

“Alegres Humoristas” versus “Tristes Piadistas”

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Afonso Gentil*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Marcelo Médici e Ricardo Rathsam na hilária "Eu Era..."

SÃO PAULO – Nossa vã filosofia jamais iria supor que o humor fosse virar caso de polícia. Consequência lógica do assustador uso da linguagem chula, da atitude cafajeste e do excesso de escatologia ao gosto de adolescentes, que dominam a maioria dos shows (?) da chamada Comédia em Pé (Stand Up-comedy)? Com certeza: muitos desses piadistas brotam da Internet com a rapidez dos coelhos,  minando a saúde do riso.

Bom lembrar que espetáculo solo, de um comediante de fato, tem toda uma logística de encenação que vai muito além da “roupa do corpo” e do microfone, a começar por um texto cuidadosamente selecionado.  Daí nos determos hoje em dois  exemplares do gênero: Eu Era Tudo Para Ela e Ela Me Deixou no Teatro da FAAP e Solidão,  A Comédia no N.Ex.T.

Esses piadistas, sem a indispensável graça natural, ou seja, de talento raquítico, deveriam embarcar conosco, num passeio icônico  pelo humor dos ídolos  das ultimas décadas até agora. Desde os antológicos solos dos intrépidos e corajosos Chico Anísio e Juca Chaves, passando pelos donos insuperáveis da piada de cunho deslavadamente surreal Ary Toledo e José Vasconcelos. Ou prestando a maior das atenções nos ingênuos do “pau oco” (duplo sentido) Mazzaropi, no cinema e Ronald Golias, na televisão. Ou ainda nas contundentes  sátiras de Jô Soares, herdadas naturalmente, pelo estilo espontâneo de Hugo Possolo.

HUMOR BURILADO POR AUTORES TALENTOSOS

À  maneira do famoso James Bond, vamos à apresentação: o nome dele é Boechat, Emílio Boechat. Assim deveria ser tratado esse talentoso autor, de poucas obras teatrais, mas centenas de roteiros para televisão. Boechat é o responsável primeiro  pelo concorrido cartaz do Teatro Faap, Eu Era Tudo Para Ela e Ela Me Deixou,  veículo para a cachoeira de risos em que se tornou o ator Marcelo Médici  desde Cada um Com Seus Pobrema.

Emilio Boechat está à espera de um ensaísta que se debruce sobre a sua tão verdadeira quanto cruel visão da contemporaneidade. Mas já dá para entrevê-la pelos tipos, pelos diálogos e pelo calvário percorrido pelo protagonista, a partir do momento em que sua entediada esposa despeja-o, literalmente, do seu próprio lar. Vamos acompanhar o desmonte impiedoso de um homem, como o fizeram Kafka (O Processo) e Brecht (Um Homem é um Homem). Dito assim,  parece um  tragicomédia existencialista. Que ela é! Mas, nas incontáveis mãos de Marcelo Médici e de seu surpreendente colega de cena, Ricardo Rathsam em formidável desempenho, o riso, involuntário ou não, é irreprimível, fazendo da montagem do FAAP um das melhores comédias em safras recentes.

SOLIDÃO, A COMÉDIA

Não é novidade, mas o tempo decorrido entre a montagem de Diogo Vilela e esta, com Mauricio Machado, recria com frescor e comedida melancolia, às vezes, um louco passeio pela solidão de diferentes tipos humanos, saído da mente criativa do saudoso Vicente Pereira, de vida breve, autor de Solidão. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , ,
25/09/2011 - 15:52

Marcelo Médici e Ricardo Rathsam levam público ao delírio cômico

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Marcelo Médici e Ricardo Rathsam em peça de Emílio Boechat

Nunca ri tanto como em Eu Era Tudo Pra Ela e Ela Me deixou. Se eu ri, não me lembro, pelo menos no teatro. Marcelo Médici está arrebentando a boca do balão no ótimo e divertido texto de Emílio Boechat, em cartaz no Teatro FAAP. A plateia ri sem parar. E não só por causa de Marcelo, mas também de Ricardo Rathsam (que dirigiu Médici em Cada Um Com Seus Pobrema) que contracena com ele o tempo todo, sem se distanciar de seu personagem, ingênuo e triste, nem por um segundo, como se não entendesse as barbaridades que seu companheiro de cena faz na pele de vários tipos de homens e mulheres. É o máximo!

Conduzir bem esses dois atores no palco não deve ser fácil e é o que se vê na direção de Mira Haar (assistida por Patrícia Gasppar e Paula Weinfeld) que ainda assina os excelentes figurinos. Leia mais »

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10/11/2010 - 14:58

Peça celebra centenário de Akira Kurosawa

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Qual das 4 versões é a mais verdadeira?

No ano em que se celebra o centenário do cineasta Akira Kurosawa, a Cia. Os Tios apresenta o espetáculo “Nem tudo é verdade Dentro do Bosque à Noite”, inspirado no filme “Rashomon” (1950), uma das obras-primas do mestre do cinema japonês. Dirigida por Paulo de Moraes, a peça está em cartaz às quartas e quintas-feiras, às 21h, no Teatro Bella.

Assim como para o filme de Kurosawa, o conto de Ryunosuke Akutagawa (1892–1927), considerado o “pai do conto japonês”, serviu de base para Armando Liguori Jr. urdir a trama: um casal entra num bosque e presencia um assassinato. Quatro versões do crime, a partir do ponto de vista de cada um dos personagens, é narrada.

“Kurosawa sugere que é impossível obter a verdade sobre um evento quando há conflitos de pontos de vista. Na montagem da Cia Os Tios, o público é convidado a refletir sobre o que é fato e o que é versão”, comenta Paulo de Moraes. Leia mais »

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01/09/2010 - 15:32

Para jovens de bom gosto

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Maria Lúcia Candeias, especial para  o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Vilcabamba", no Teatro União Cultural -crédito foto: Salvador Cordaro/ divulgação

Há duas peças indicadas a jovens exigentes. Uma dramática (O Primeiro Dia Depois de Tudo) e outra cômica. A mais divertida é Vilcabamba, em cartaz no teatro da União Cultural Brasil- Estados Unidos.

Vilcamba traz duas atrizes (Alexandra Golik e Carla Candiotto) que dominam a técnica do clown, ora se alternam ora se encontram, (dirigidas por Chame Buendia) trocando rapidamente os ótimos figurinos de Olintho Malaquias, diante do excelente cenário de extremo bom gosto de Chris Aizner e da iluminação como sempre impecável de Wagner Freire.

Quem gosta de trabalho de clown vai amar. Se você gosta, não perca. Leia mais »

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