Publicidade

Publicidade

07/07/2012 - 12:40

Confira fotos do show de Marisa Monte

Compartilhe: Twitter

Marisa Monte em "Verdade Uma Ilusão" - foto de Juliana Fernandes

LEIA

A sofisticação músico-visual de Marisa Monte concretizada em Verdade Uma Ilusão

[slideshow id=55]

FOTOS DE JULIANA FERNANDES

Autor: - Categoria(s): Dança, Música e Cinema, GALERIA DE FOTOS, MICHEL FERNANDES RECOMENDA Tags: , , , ,
30/06/2012 - 01:49

A sofisticação músico-visual de Marisa Monte concretizada em Verdade Uma Ilusão

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Marisa Monte em "Verdade Uma Ilusão" - foto de Juliana Fernandes

SÃO PAULO – Falar da afinada, doce, rouca e aveludada voz de Marisa Monte, além de não acrescer novidade, é até lugar-comum. Entretanto, mais que os dotes naturais com os quais os deuses a consagraram, em sua nova turnê, Verdade Uma Ilusão, a sofisticação músico-visual é concretizada.

Até o dia 15 de julho, a casa de shows paulistana HSBC Brasil recebe a atual turnê da cantora e compositora que divulga o álbum O Que Você Quer Saber de Verdade, lançado no final do ano passado, cuja experiência sensorial proposta pelo trabalho atinge o campo audiovisual com intenso prazer: as canções – grande parte composições que divide com Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown – estão arranjadas com riqueza de detalhes sonoros, mesclando a elegância sonora dos instrumentos de corda – cello, violinos, viola, violões e guitarras – a inventivos recursos de percussão etc.; os vídeos – todos eles, segundo declara Marisa Monte ao final do espetáculo – inspirados em obras de artistas plásticos contemporâneos e que, graças a utilização de modernos equipamentos tecnológicos, conseguem estabelecer um diálogo entre som e imagem – verdadeiras peças de vídeo-arte – jamais notado em outros shows, e, completando esse interessante triângulo plurisensorial, a cristalina voz de Marisa Monte vestida com exuberância por Rita Murtinho.

Marisa Monte em "Verdade Uma Ilusão" - foto de Juliana Fernandes

Verdade Uma Ilusão é experiência sofisticada, feito a complexa rede de comunicação virtual, em que a sobreposição de camadas visuais e sonoras dão o tom plural do show.

Emocionante homenagem à Cássia Eller

Há mais de uma década, perdemos uma das grandes intérpretes da música, Cássia Eller, que deixou indeléveis marcas nas canções que gravou.

“Cássia é uma de minhas referências musicais, tenho saudades dela. Dizem que saudades não é um sentimento pela ausência da pessoa e sim de sua presença”, diz Marisa que evoca, com alta potencia emocional, Cássia Eller, ao cantar, pela primeira vez, Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas, Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , ,
14/05/2012 - 13:52

Adriane Galisteu e Lúcia Veríssimo celebraram o Dia das Mães no teatro

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Elenco e diretor de "Uma Mulher do Outro Mundo"

SÃO PAULO – O final da temporada é no próximo dia 29, mas a sessão de ontem da peça Uma Mulher do Outro Mundo, do autor inglês Noel Coward, dirigida por Alexandre Reinecke, em cartaz no Teatro das Artes, teve sabor de comemoração.

No Dia das Mães estavam presentes na plateia as mães de Adriane Galisteu e Lúcia Veríssimo que, ao lado de Jairo Mattos, Iara Jamra, Márcio de Luca e Dani Mustafci, formam  o elenco do espetáculo.

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
22/03/2012 - 13:09

Adriane Galisteu é Uma Mulher do Outro Mundo

Compartilhe: Twitter

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Elenco e diretor de "Uma Mulher do Outro Mundo"

SÃO PAULO – Uma Mulher do Outro Mundo, escrita em 1941 pelo dramaturgo inglês Noël Coward, é inédita no Brasil e tem produção de Ecilia Mutzenbecher, quem administra o Teatro das Artes, local em que as apresentações da comédia protagonizada por Adriane Galisteu começam amanhã.

Ecilia viu Uma Mulher do Outro Mundo na Broadway e vislumbrou seu sucesso aqui no Brasil: “O texto tem tudo a ver com o Brasil, pois é uma comédia alegre, simpática e trata de temas atemporais¨, afirma a produtora.

Toda a equipe técnica e o elenco foram convidados pela produção. Além de Adriane Galisteu, Jairo Mattos, Lúcia Veríssimo e Iara Jamra, a atriz Dani Mustafci interpreta Edith, a empregada, e o ator Marcio de Luca faz o papel do Dr. Bradman, amigo da família.

Com o intuito de obter informações para um novo livro, o escritor Charles Condomine (Jairo Mattos) e sua segunda esposa, Ruth (Lúcia Veríssimo), convidam uma médium, Madame Arcati (Iara Jamra), para jantar e realizar uma sessão espírita.

Madame Arcati se revela possuidora de reais poderes e por não ter controle sobre eles, ela acaba trazendo do ¨além-túmulo¨ a primeira esposa de Charles, Elvira (Adriane Galisteu). Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
17/02/2012 - 15:48

12 Homens e Uma Sentença comemora 200 apresentações e faz sessão extra

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Peça faz sessão segunda

SÃO PAULO – Não é qualquer espetáculo que completa 200 apresentações com um histórico de prêmios, elogios da crítica e bem-sucedidas temporadas como 12 Homens e Uma Sentença, sob a enxuta e inteligente direção de Eduardo Tolentino de Araújo, que se apresenta hoje, 21h, no Tucarena, comemorando sua ducentésima apresentação. Na segunda-feira (20) de carnaval terá sessão extra, às 21h.

Em 1957, pelas mãos de Sidney Lumet, 12 Homens e Uma Sentença, de Reginald Rose, chegava às telas para perpertuar-se como clássico cinematográfico. Mais de 50 anos se passaram e, espantosamente, a crise ética impulsionada pelo texto de Rose parece ecoar velhas crises em novos tempos.

“É possível”, essa singela frase disparada por um dos personagens da peça, dirigida por Eduardo Tolentino de Araújo (notório diretor do Grupo TAPA), detona a ambiguidade do veredicto.

Doze componentes do corpo de jurados de um parricídio estão numa sala para efetivar a sentença. Num primeiro momento, pelo menos onze deles estão convictos de que o filho que havia discutido com o pai minutos antes do assassinato era o culpado pelo crime.

Mas para a condenação à morte é preciso unanimidade dos votos e eis que um dos jurados coloca a culpabilidade do réu em cheque. Esse é o estopim para que a semente da dúvida germine e revele os pré-julgamentos embutidos nas decisões anteriores. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , , , , , , , ,
10/02/2012 - 23:25

O Idiota de graça na Oswald de Andrade

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/iG (Michel@aplausobrasil.com)

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

SÃO PAULO – Ao que tudo indica, a Oficina Cultural Oswald de Andrade decidiu por oferecer ao paulistano o monumental espetáculo O Idiota – Uma Novela Teatral, da Mundana Companhia, de graça, para celebrar os 25 anos da instituição, celeiro de projetos e movimentos artísticos que deixaram marcas indeléveis no cenário paulistano das artes.

Com direção de Cibele Forjaz e adaptação do romance de Fiódor Dostoiévski assinada por Aury Porto, com a colaboração de Vadim Nikitin, Luah Guimarãez e de Cibele Forjaz.

A montagem está dividida em três partes, mas, diferentemente das temporadas anteriores, serão apresentadas em conjunto; portanto, cada sessão do espetáculo terá a duração de seis horas, com dois intervalos.

Reprodução da crítica de O Idiota – Uma Novela Teatral


FICHA TÉCNICA Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , , , , ,
10/02/2012 - 23:10

Reprodução da crítica de O Idiota – Uma Novela Teatral

Compartilhe: Twitter

Crítica de Michel Fernandes ao espetáculo O IDIOTA – UMA NOVELA TEATRAL em duas partes

(michel@aplausobrasil.com)

UM MONUMENTO À DOSTOIÉVSKI – PARTE 1

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

SÃO PAULO – Considerado um dos cânones da literatura ocidental, o romance O Idiota, do russo Fiódor Dostoiévski, tem monumental tradução teatral assinada por Cibele Forjaz, aliando qualidades excepcionais de interpretação a soluções cênicas que preenchem a cena estabelecendo um rico diálogo entre as escritas que compõem o todo do espetáculo: utilização artesanal do espaço cênico como se fora uma instalação cenográfica; encenação preocupada em preencher de significados cada elemento, prenhes de simbologia, num prolongamento das possibilidades poéticas evocadas pela peça; um desenho corporal que reforça o desequilíbrio das personagens; o desejo dos intérpretes em atingir, ao mesmo tempo, uma atuação sincera, dinâmica e estilizada; a partitura musical a dialogar o tempo todo com a dramaturgia da cena, enfim, uma riqueza tão elevada de elementos que se nos apresenta que, ao final dos dois dias de representação em que a peça é realizada, resta o desejo de retornar e assistir de outros ângulos.

A divisão do espetáculo em três capítulos, se preferir três atos, estabelece entre público e evento teatral um pacto desafiador. O primeiro dia da representação – que encerra em si o primeiro capítulo que compõe essa epopeia teatral – introduz o espectador naquele universo que caminha pela corda-bamba da sinceridade em se expor o que se pensa, de fato, e a representação do que se sente, como se assim, garantissem a máscara social que julgam ser a mais adequada.

Nessa toada, ao entrarmos no galpão-instalação daquele universo que delineia surpresas vindouras, visualizamos a transmutação dos atores em personagens o que estabelece o pacto entre espaço real, de onde vem o público, para espaço ficcional, em que decidiu se inserir. Em fragmentos de textos, músicas, ações, os atores espalham rastos de Nastássia, Agláia, Kólia, Lisavieta, e  os demais personagens que farão o núcleo central do espetáculo.

O primeiro episódio, da auto-intitulada novela teatral em três capítulos, ocorre dentro do trem que  traz o Príncipe Míchkin (Aury Porto em delicada e minimalista composição) da suíça, onde se tratava da epilepsia, e faz com que alguns dos protagonistas se encontrem pela primeira vez. Por ser uma instalação que representa um trem, público e personagens dividem as poltronas e embarcam juntos ao destino de Míchkin. No trem, Míchkim conhece Ragôjan (Sérgio Siviero, excelente no papel do grotesco novo rico), que acaba de receber uma vultosa herança de seu falecido pai. A empatia entre ambos tornam os dois, desde então, amigos.

Da estação de trem, o príncipe vai para a casa de Lisavieta (Sylvia Prado, como sempre, visceral e de pungência transparente), sua parenta distante que se encanta com a simplicidade, doçura e sensibilidade refinada de Míchkin. Lá conhece, também, Gánia (Silvio Restiffe), empregado de Lisavieta que está à espera da decisão de Nastássia Filippovna (a estonteante Luah Guimarãez), com quem deseja se casar para receber um dote de 75 mil rublos, e Aglaia (Lúcia Romano, cujo real talento pode ser conferido na segunda parte de O Idiota), filha de Lisavieta, mais interessada nas aparências do título principesco de Míchkin que em sua essência humana.

Até esse ponto do espetáculo ainda é possível manter o jogo de aparências entre as personagens, embora, à medida que as cenas avançam, a tentativa de esconder o que realmente motiva os seres ficcionais de O Idiota se torna a cada segundo mais complicado. Sem lugar para ficar, Míchkin aceita o convite de Gánia para ser inquilino de sua casa.

Lá, o príncipe conhece o general Ívolguim (Luís Mármora em criação que condensa todas as grotescas figuras paternas que povoam a obra de Dostoiévski) que o reconhece – foi amigo de seus falecidos pais –, além de Kólia (Fredy Allan que alcança empatia crescente desejável ao desempenho exato do papel). Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , , , ,
15/09/2011 - 22:29

Vale a pena tentar assistir Uma Flauta Mágica

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

P.Victor - B.Haas-V.Frannais-W.Nadylam em "Uma Flauta M´~agica"

SÃO PAULO – O poder de síntese do qual o encenador Peter Brook é mestre, servirá de inspiração para que eu teça com fios delicados e objetivos essa nota que pretende convidar aos diretores, atores, estudantes de teatro, cantores de ópera, enfim, aos interessados em assistir Uma Flauta Mágica, no Teatro Paulo Autran (SESC Pinheiros), persistirem na fila de espera e não desistirem de assistir essa pérola negra de Brook.

Quando lemos algo sobre o legendário encenador russo Meierhold, do início do século 20, e a significativa importância que o mesmo conferia à musica – como elemento capaz de “convocar, atrair e hipnotizar; reduzir ou aumentar a voltagem emocional no drama” (Bóris Asaief em A Música no Drama) a plateia – poderá ser visualmente apreendido em Uma Flauta Mágica e isso sem contar a pedagogia certeira que aplica aos intérpretes, a maioria com formação em canto lírico.

[slideshow id=46] Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , , , ,
28/06/2011 - 22:31

Um monumento a Dostoiévski – Parte 2

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Crítica de Michel Fernandes ao espetáculo O Idiota – Parte 2

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

O segundo dia dessa imersão ao universo de O Idiota e, por consequência, ao de Dostoiévski, concentra o segundo e terceiro capítulos desta “novela teatral” e inicia com um inquieto desfile dos atores em busca de seus personagens. Depois de acomodado o público, os atores dirigem-se para seus desnudos nichos-camarins e, como na primeira noite, soltam fragmentos de frases, trechos de canções, realizam pequenas ações físicas. Só que desta vez o público já criou laços de simpatia, admiração, estranhamento e outras sensações em relação àquelas personagens e consegue enxergar, nesses fragmentos de vida, minúcias que no primeiro dia de O Idiota passaram despercebidas.

Cabe à Sylvia Prado a tarefa de resumir os acontecimentos da noite anterior, o que faz com clareza e talento, situando até o espectador que deixou passar alguma informação que seja relevante para a compreensão total do espetáculo. O recurso narrativo adotado por Cibele Forjaz foge ao lugar-comum da ação de resumir, importando, também, um desenho cênico que se assemelha ao processo de rebobinar um filme para voltar a assisti-lo. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , , , , , , , , ,
26/01/2011 - 17:17

A possibilidade abala veredicto de “Doze Homens…”

Compartilhe: Twitter

Crítica de Michel Fernandes para O Diário de São Paulo publicada dia 22 de janeiro de 2011

“12 Homens e Uma Sentença”, crédito Zineb Benchekchou

Em 1957, pelas mãos de Sidney Lumet, “Doze Homens e Uma Sentença”, de Reginald Rose, chegava às telas para perpertuar-se como clássico cinematográfico. Mais de 50 anos se passaram e, espantosamente, a crise ética impulsionada pelo texto de Rose parece ecoar velhas crises em novos tempos.

“É possível”, essa singela frase disparada por um dos personagens da peça, dirigida por Eduardo Tolentino de Araújo (notório diretor do Grupo TAPA), detona a ambiguidade do veredicto.

Doze componentes do corpo de jurados de um parricídio estão numa sala para efetivar a sentença. Num primeiro momento, Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , ,
Voltar ao topo