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04/06/2012 - 17:58

O Bom e Velho Show de Calouros está de volta a São Paulo

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"O Bom e Velho Show de Calouros" - foto de Gabriel Von Brixen

SÃO PAULO – O Bom e Velho Show de Calouros tem como objetivo a descoberta de novos talentos e tem o apoio do público através de um projetode crowdfunding (financiamento colaborativo), administrado pelo site Catarse. Depois de uma temporada no ano passado, o evento re-estreia no bar do Teatro Next, berço do Terça Insana, nesta terça-feira (5), e permanece em cartaz todas as terças-feiras de junho e julho.

Neste espetáculo que pretende recuperar a alegria e o formato dos shows de humor e variedades, nos remetendo a programas de sucesso da TV brasileira, como o Show de Calouros, do Silvio Santos, candidatos apresentam no palco as suas habilidades e são julgados por jurados e pelos espectadores, que podem se manifestar aplaudindo, vaiando, gritando e jogando bolinhas de papel. Na estreia, a cantora Cida Moreira fará parte da banca de jurados. Leia mais »

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02/07/2010 - 15:29

Cia. São Jorge de Variedades instala arraial na Barra Funda

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Cena da peça resultante de pesquisa sobre Heiner Müller, premiada pelo Shell de Teatro SP

Quem já esteve na simpática sede da Cia. São Jorge de Variedades, lá na Barra Funda, recorda-se do clima familiar das imediações do espaço. Neste domingo (4), das 15 às 19 horas, a trupe transforma a rua Lopes de Oliveira (que estará fechada entre as ruas Barra Funda e Vitorino Carmilo) num arraial com a Festa Junina de Variedades.

Apostando na tradição – que é o perfil do bairro – das festas juninas, atrações como o correio-elegante, a cadeia e a quadrilha estão programadas pela festa que faz parte do projeto Barafonda, contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, e conta com a apresentação do forrozeiro Cicinho da Paraíba. Leia mais »

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18/12/2009 - 17:01

Um pouco de 2009 no Teatro

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

 

<i>Veleidades Tropicaes</i>, não consegui assistir apesar das recomendações

Veleidades Tropicaes, não consegui assistir apesar das recomendações

 

Começo esse primeiro artigo que propõe estabelecer destaques da temporada teatral de 2009, em São Paulo sobretudo, com um prévio pedido de desculpas a muitos dos espetáculos que não entrarão aqui porque não os assisti. É que, com a benção de Dionísio, a cada ano aumentam os números de espetáculos que estreiam aqui na capital.

 

Estamos habituados a assistir os mais interessantes espetáculos numa das unidades do SESC, que valoriza, principalmente, espetáculos que se caracterizam pela pesquisa de linguagem e que, muito provavelmente, não seriam viáveis se dependessem apenas de leis de incentivo fiscal que colocam na mão dos diretores de marketing o poder de decisão dos contemplados. Caso de Inventário – O Que Seria Esquecido se a Gente Não Contasse, produção dos Doutores da Alegria do Rio de Janeiro, sob direção de Andréa Jabor e Beatriz Sayad, que reproduziu no palco algumas das situações que a equipe de clowns enfrenta no dia-a-dia em seu trabalho no hospital.

A Unidade Provisória do SESC da Avenida Paulista trouxe um inusitado cachorro de rua, espécie de mendigo, que realiza sermões à moda do Padre Vieira, tal era o mote de The Cachorro Manco Show que revelou um dramaturgo bastante interessante (Fábio Mendes), um ator extremamente competente (Leandro Daniel Colombo), alicerçados pela direção madura de Moacir Chaves que já havia dirigido o Sermão da Quarta-Feira de Cinzas, do Padre Antonio Vieira, com interpretação marcante de Pedro Paulo Rangel, em 1994.

Pouco divulgado, até por mim, Quem Não Sabe Mais Quem é, O Que é e Onde Está, Precisa se Mexer, trabalho resultante da pesquisa que a Cia. São Jorge de Variedades,, nesses nove anos de existência dirigida artisticamente pela magnífica atriz Georgette Fadel, imergiu na obra do dramaturgo alemão Heiner Muller. O fruto de tal pesquisa tomou o quarteirão de onde fica a sede da trupe (Barra Funda) e, também, o espaço interno da sede, sem focos de luz, utilizando a criatividade e a luz da tarde – o espetáculo começava 15h e, durante a semana, meio-dia – para desenvolver um diálogo entre as duas obras, a matriz e a gerada, seguindo o mesmo esquema utilizado por Müller na composição de suas obras, relendo clássicos para os colocar em conformidade com o aqui e agora. Leia mais »

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