Publicidade

Publicidade

06/01/2012 - 19:07

Vicente Celestino é tema de musical da Cia. Limite 151

Compartilhe: Twitter

Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil" - Ricca Barros, Gláucia Rodrigues, Edmundo Lippi e Bruno Ganem

A montagem tem a direção da excelente Jacqueline Laurence e traz no papel-título o ator Ricca Barros, um grande ator dos Musicais Brasileiros. O elenco reúne, ainda, Gláucia Rodrigues, Lucci  Ferreira, Camila Caputti, Edmundo Lippi, Jacqueline Brandão, Bruno Ganem e André Rebustini e mais cinco músicos que tocam ao vivo

SÃO PAULO – Com uma trama que envolve música e uma bela história de amor, a Cia Limite 151 estreia o espetáculo musical Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil dia 13 de janeiro, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro Anhembi Morumbi. Com concepção de Lafayette Galvão e Wagner Campos e direção de Jacqueline Laurence, a peça retrata a vida de um dos mais importantes cantores e compositores brasileiros do século 20. A montagem estreou no Rio de Janeiro e foi indicada ao Prêmio Contigo na categoria de Melhor Musical nacional de 2010. O grupo fará uma série de ensaios abertos a preços populares: dia 7/01 às 21 horas e 8/01 às 19 horas, sábado e domingo, (a R$ 5,00).

O ator Ricca Barros interpreta o protagonista na trama, uma junção entre dramaturgia e canções célebres. O espetáculo mostra as várias facetas de Vicente Celestino entre 1915 (21 anos) e 1968, ano de sua morte aos 73 anos de idade. Ele foi o primeiro cantor popular do Brasil e teve 54 anos de vida artística, tocava violão e piano e a voz grave era sua marca registrada. Suas músicas marcaram gerações e ganharam uma nova roupagem por artistas contemporâneos como Caetano Veloso e Marisa Monte.
Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias, Multimídia Tags: , , , , , , ,
07/10/2011 - 22:19

Exposição sobre Besteirol coloca público no clima do gênero

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Idealizada pelo ator Maurício Machado, em cartaz no Teatro N.Ex.T. com o

Luís Francisco Wasilewski, curador da mostra "Assim Era o Besteirol"

monólogo Solidão – A Comédia, de Vicente Pereira, a exposição Assim Era o Besteirol conta a história do gênero batizado de “Besteirol”, dos primórdios, quando Ney Matogrosso traz Vicente a São Paulo para trabalhar como cenógrafo e figurinista do grupo musical Secos e Molhados a sua consagração de Pereira como um dos principais nomes da dramaturgia cômica carioca dos anos 1980 para que o público entre no clima do gênero..

“Inicialmente seria uma homenagem a Vicente, mas a coisa tomou uma proporção maior e acabamos por homenagear o gênero. Adotei como linha mestra mostrar o que foi o Teatro Besteirol. Uma ideia que surgiu da diretora de arte, Maíra Knox foi a de colocar frases que estavam em minha dissertação de Mestrado. Selecionamos frases de Vicente Pereira, da entrevista que (Miguel) Falabella me concedeu e outras que situavam a importância desta forma teatral.Outra excelente ideia da Maíra foi a criação de uma árvore que mostra as ramificações dos artistas do Besteirol”, conta o pesquisador e crítico teatral Luís Francisco Wasilewski, curador da exposição e colaborador do Aplauso Brasil.

Para traçar a história do gênero teatral que marcou a década de 1980, sobretudo a carioca, que segundo Luís Francisco “se caracteriza como um tipo de comédia que fazia uma crônica dos costumes da sociedade brasileiro nos anos 1980. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , , , ,
18/02/2011 - 03:15

Resgatando o Besteirol

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Maurício Machado em "Solidão - A Comédia" - foto de Guga Melgar

(RJ) Mesmo com todas as controvérsias que o título besteirol ocasiona aos artistas criadores do gênero, uma crítica da década de 1980 substantivou esse estilo teatral e o nome continua até hoje. Para homenagear o estilo e um de seus principais representantes, o autor Vicente Pereira, o Teatro Cândido Mendes recebe até abril o monólogo Solidão – A Comédia, sob direção de Cláudio Tovar, além da exposição Assim Era o Besteirol.

O ator Maurício Machado dá vida aos inúmeros tipos que povoam os esquetes que compõem Solidão – A Comédia, todos solitários, como uma prostituta que decide telefonar para seus ex-clientes procurando companhia e uma jovem à espera numa mesa de bar.

Em entrevista a Michel Fernandes, o ator Maurício Machado fala sobre a homenagem ao Besteirol, a montagem de Solidão – A Comédia e outros projetos.

Michel Fernandes – Por que a decisão de resgatar e homenagear o Besteirol? O que mais o toca nesse gênero teatral? Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , ,
28/10/2010 - 06:27

Pioneiro na inserção de gays, teatro besteirol ganha livro

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, especial para o MixBrasil

Imprensa Oficial de São Paulo lança na quinta-feira livro sobre o teatro besteirol

Luís Francisco Wasilewski, autor do livro

Em meio à Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, a Coleção Aplauso da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, coordenada pelo crítico de cinema Rubens Ewald Filho, realiza festa no 4º andar do Shopping Frei Caneca para comemorar seu sucesso na recuperação das artes brasileiras e lançar mais 50 livros. Dentre os novos títulos está “Isto é Besteirol – O Teatro de Vicente Pereira”, de Luís Francisco Wasilewski, que entre os principais autores do gênero estão, além de Vicente, Mauro Rasi, Miguel Falabella e Pedro Cardoso.

CLIQUE AQUI pra ler a matéria na íntegra.

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , ,
Voltar ao topo