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04/04/2012 - 17:43

Homenagem a Goethe do Festival de Curitiba ao Auditório Ibirapuera

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Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Wagner Antonio, Caetano Vilela e Germano Melo em coletiva de "Licht+Licht"

Com o núcleo paulistano da Cia. De Ópera Seca, o espetáculo Licht+Licht se apresenta, hoje e amanhã, na capital paranaense e dias 11 e 11 de abril, quarta e quinta-feira, em São Paulo

CURITIBA – Com direção de Caetano Vilela, o novo espetáculo do núcleo paulista da Cia. De Ópera Seca, Licht+Licht (Luz, Mais Luz), tem estreia nacional hoje na 21ª edição do Festival de Curitiba e nas próximas quarta (11) e quinta-feira (12) se apresenta no Auditório Ibirapuera que, devido à parceria entre o Itaú Cultural e o Festival, apresentará algumas produções que participaram da Mostra Oficial deste ano.

Em 2012, 180 anos após a morte do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe, o diretor Caetano Vilela concebeu um espetáculo que traz à cena, após o autor suas últimas palavras antes de morrer: “Licht mehr Licht” (Luz, mais Luz), um delírio em que vê seus personagens (Fausto/Mephisto, Werther/Willelm Meister e Margarida/Charlotte) em relações bem diferentes das imaginadas por ele.

O diretor conta que se baseou no ‘romance de formação’ do autor de Fausto, obra-prima de Goethe, pouco lido no Brasil Os Anos de Aprendizado de Wilhelm Meister para montar o texto e, também, se inspirou no universo operístico que lhe é familiar – além de assinar a iluminação de diversas óperas, ano passado dirigiu La Bohème, de Puccini. Leia mais »

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06/01/2011 - 18:01

Falabella volta com “A Gaiola das Loucas” e solta o verbo em entrevista exclusiva

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Miguel Falabella em "A Gaiola das Loucas"

Esbanjando simpatia e alto-astral, o ator, autor e diretor Miguel Falabella concedeu entrevista exclusiva em que tece alguns pontos marcantes de sua trajetória, fala sobre A Gaiola das Loucas, superprodução musical que volta ao Teatro Bradesco hoje, e se entusiasma ao falar sobre seu novo projeto: a adaptação musical de Memórias de um Gigolô.

Michel Fernandes – No excelente livro Isto é Besteirol: O Teatro de Vicente Pereira, de Luís Francisco Wasilewiski (Coleção Aplauso), você aparece como um dos autores do movimento denominado “Teatro Besteirol”, mas você não gosta do substantivo. Por quê?

Miguel Falabella – O título besteirol não traduz efetivamente o que foi esse movimento que aconteceu no mundo inteiro (na década de 1980). Em Madri houve a Movida Madrilena, o Ridiculous Theater em Nova York, mas aqui chega como uma coisa detratora, que deseja colocar o teatro pra baixo, e é preciso pensar sobre isso, porque não se sabe o motivo do teatro ser tão maltratado nesse país. Não gosto do termo besteirol e considero aquele, um momento de vital importância para o teatro brasileiro.

Michel Fernandes – No documentário sobre o Dzi Croquettes (grupo de teatro-dança da década de 1970) há um consenso de como eles influenciaram o Besteirol (inclusive a musa do Dzi Croquettes, a atriz Duse Nacarati, foi, também, a musa do Besteirol). Como se deu isso?

Miguel Falabella – O Dzi Croquettes era a transgressão, e a transgressão era o que pautava o besteirol. Não era apenas a subversão dos temas. Na primeira peça que fiz com Guilherme Karam, Eu Viverei Amanhã, de Vicente Pereira, em que fazíamos duas existencialistas francesas, falávamos quase metade da peça em inglês.

Michel Fernandes – Qual o diferencial que podemos Leia mais »

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17/12/2010 - 11:45

Superproduções musicais: um novo gênero?

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Albin ou Zazá e Georges no cabaré "A Gaiola das Loucas"

que já recebeu a alcunha pejorativa de “modismo das superproduções musicais” se estabelece, cada dia mais, como gênero que movimenta o teatro com vistas na mera diversão da plateia.

Mesmo contrário ao esquema industrial como é tratado esse tipo de espetáculo, cujos valores altíssimos corroboram para a elitização da arte, uma coisa não se pode negar: depois da vinda dos musicais enlatados (mas com tempero brasileiro) apresentados no Teatro Abril, o público está mais exigente quando há a associação do, adjetivado, nome “superprodução” ao espetáculo.

Nesse quesito “A Gaiola das Loucas”, versão brasileira e direção de Miguel Falabella, produzida por Sandro Chaim, é, por incrível que pareça, superior ao “Mamma Mia!”, nova produção apresentada no Teatro Abril. Motivo: os luxuosos e magníficos figurinos de Cláudio Tovar mais o cenário com efeitos extraordinários dos painéis de LEDS (aquelas luzes no fundo do palco que formam diferentes imagens) dão o glamour a “A Gaiola das Loucas”, diferente do despojo que “Mamma Mia!” apresenta.

Quem é o pai de Sophie em "Mamma Mia!"?

O musical do Teatro Abril é o retrato da alegria e simplicidade dos protagonistas da década de setenta do século passado, com seus valores anti-convencionais.

Em lugar de desmerecer um ou outro espetáculo, tais diferenças tornam o programa de assistir a ambos muito interessante, pois são duas produções que merecem o prefixo super.

E você o que acha desse gênero? Seu comentário é valioso para o avanço do teatro. Leia mais »

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28/10/2010 - 02:52

Uma celebração ao amor gay

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Diogo Villela e Miguel Falabella protagonizam "A Gaiola das Loucas"

Quando a cortina se abre entra em em cena um dos mais importantes artistas brasileiros. Ele sabe o fascínio que uma frase sua causa naquele enorme público e que (ele) o público está em suas mãos. É  Miguel Falabella que está em cena. Ele já está naquele patamar dos grandes artistas populares brasileiros. Um lugar que já foi de Oscarito, Zé Trindade e Dercy Gonçalves.

Agora, Miguel é o Georges de “A Gaiola das Loucas”. Tem ao  seu lado, um dos atores mais importantes de sua geração, Diogo Vilela. Miguel e Diogo revivem a dupla que outrora fez a glória de Jorge Dória e Carvalhinho, dois dignos representantes da comédia popular brasileira.

Eles são Georges e Albin/ Zazá, o tresloucado casal gay de uma comédia escrita pelo francês Jean Poiret em 1973, e que virou Musical na Broadway nos anos 1980, talvez a década mais difícil da história do movimento gay mundial. Um período em que a homossexualidade estava associado ao  estigma da AIDS. Leia mais »

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17/10/2010 - 19:05

Sábado “A Gaiola das Loucas” aporta no Teatro Bradesco

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Diogo Vilela e Miguel Falabella

SÃO PAULO – Depois da longa espera dos fãs de musicais, sobretudo os que são assinados por Miguel Falabella, podem iniciar contagem regressiva, “A Gaiola das Loucas”, mega-produção musical protagonizada pelo diretor e pelo ator Diogo Vilela, estreia neste sábado (23), no Teatro Bradesco. Na segunda-feira (25), como havia divulgado, será uma sessão especial para convidados.

O musical norte-americano criado em 1983 para a Broadway por Harvey Fierstein (texto) e Jerry Hermann (músicas) é baseado na peça “La Cage Aux Folles”, do autor francês Jean Poiret, e serviu de material de base para que a montagem brasileira de “A Gaiola das Loucas” surgisse.

Versão brasileira é assinada por Diogo Vilela e Miguel Falabella

Mais de 40 trocas de cenários, cerca de 300 figurinos e uma centena de perucas, a produção do musical promete 350 mudanças de luzes, contando para isso com cinco painéis de leads, além da orquestra de 14 músicos. Leia mais »

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10/10/2010 - 20:46

Confirmado: “A Gaiola das Loucas” dia 25 de outubro em SP

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Versão brasileira é assinada por Diogo Vilela e Miguel Falabella

Agora é pra valer: a superprodução musical de Miguel Falabella, A Gaiola das Loucas, estreia dia 25 de outubro no Teatro Bradesco em São Paulo.

Sucesso nos teatros de diversos países e, também, nas telas cinema do mundo todo com o mesmo nome, A Gaiola das Loucas é uma adaptação da peça La Cage Aux Folle, do francês Jean Poiret, por Harvey Fierstein, com músicas de Jerry Herman, que estreou em 1983 na Broadway, dez anos depois da peça de Poiret estrear em Paris.



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21/09/2010 - 23:42

Prepare-se: A Gaiola das Loucas em São Paulo

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<a href="“>Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Diogo Villela e Miguel Falabella protagonizam "A Gaiola das Loucas"

Essa breve nota é para avisar que a versão brasileira, assinada por Miguel Fallabela, protagonizada por ele e Diogo Villela, estreia em outubro no Teatro Bradesco.

Falabella divide a direção do espetáculo com Cininha de Paula e deve substituir o musical Jekyl & Hyde – O Médico e o Monstro que deixa a sala no próximo dia 26.


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28/01/2010 - 00:40

Travesties estreia no Festival de Curitiba

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

Montagem norte-americana de <i>Travesties</i>

Montagem norte-americana de Travesties

Por problemas de produção, ano passado, o Festival de Curitiba não foi palco da estreia nacional de Rock and Roll (2006), do inglês Tom Stoppard, conforme anunciamos. Mas os que admiram o trabalho do autor de Rosencrantz e Guildersten Estão Mortos terá sua recompensa na edição 2010 do Festival, com um texto de 1970 de Stoppard, conhecido pela massa depois do filme Shakespeare Apaixonado, com a estreia nacional de Travesties.

Encenado por Caetano Vilela, Travesties é o primeiro trabalho sem a direção de seu fundador, Gerald Thomas, que disse ter desistido do teatro: a Cia. Ópera Seca, criada em 1985. O enredo se passa na época da Revolução Russa, em Zurique, na Suíça, e mescla à ficção encontros nunca acontecidos entre personagens que são parte do pensamento intelecto-artístico e social do século 20, além do diálogo meta teatral com a peça do irlandês Oscar Wilde, A Importância de Ser Prudente e os respectivos personagens dessa farsa.

A peça estreará no palco do Teatro Guairá, mas o diretor Caetano Vilela (que acaba de sofrer um assalto à mão armada, dentro de um estacionamento, e perder seu carro) ainda busca patrocínio para temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro.

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