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24/08/2012 - 23:29

Jarbas Homem de Mello dirige musical infantil que estreia no Teatro GEO

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"O Chapeleiro Maluco", texto de Walter Jr., música de Charles Dalla e direção de Jarbas Homem de Mello

SÃO PAULO – Sábado (25) é data duplamente recheada de festividade e responsabilidade para a carreira de Jarbas Homem de Mello: o ator volta a capital paulista como o MC de Cabaret, personagem que lhe rendeu indiacação ao Prêmio Shell de Teatro, e estréia como o diretor do musical O Chapeleiro Maluco que inaugura o horário para as crianças do Teatro GEO.

Pedro Bosnich é "O Chapeleiro Maluco"

Dos mesmos produtores do musical O Fantasma da Máscara, O Chapeleiro Maluco, de Walter Jr. Inspirou-se na saga de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, para criar a história em que a garota, interpretada por Mariana Lilla, precisa retornar ao país das maravilhas, após receber um aviso do gato sorridente, e desvendaro mistério do sumiço de uma coleção de chapéus pertencente ao Chapeleiro Maluco (Pedro Bosnich) que anda assoberbado com a criação de chapéus, a organização de um desfile, além da manutenção de seu estoque de chás e guloseimas.

Tudo isso debaixo da ira da mal-humorada e invejosa Rainha de Copas (Rejani Humphreys) que insiste em cortar as cabeças de todos, caso a coleção não apareça. Começando pela dele. Leia mais »

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22/10/2009 - 11:46

Que atores e que atriz !!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (mlcandeias@aplausobrasil.com 

Texto de Brian Friel tem ótimas atuações

Texto de Brian Friel tem ótimas atuações

 

Há vários espetáculos em cartaz nos quais os intérpretes estão arrasando, mas cujas dramaturgias nem tanto. É o caso de O Fantástico Reparador de Feridas, em cartaz no Centro Cultural SP, um texto composto por três personagens que monologam, do consagrado autor irlandês Brian Friel, nascido em 1929.

 

Parece típico dos dramaturgos da Irlanda, a característica de apresentarem poucas ilusões a respeito da importância de nossas vidas. Foi o caso de J. M. Synge quando escreveu O Playboy do Mundo Ocidental, também de Samuel Beckett em todas as suas peças e mesmo nas de Friel. É um aspecto que se nota nesta obra, assim como em Molly Sweeney, interpretada lindamente por Miriam Mehler com o título A Visão Cega, e com o mesmo brilho, por Júlia Lemmertz em espetáculo que manteve o nome original. Para quem não assistiu, apresentava uma cega que após cirurgia bem sucedida, fica infeliz e quer a cegueira da volta. Será porque a Irlanda ainda vive sob forte conflito entre protestantismo e catolicismo como toda a Europa no começo do renascimento? Não dá pra saber. Leia mais »

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